2018, o ano de consolidação das fintechs

Esse foi o ano em que as fintechs se encaminharam para uma consolidação ainda mais certeira no mercado nacional, seguindo a tendência do que já tem sido visto no resto do mundo. De acordo com Rodrigo Soeiro, presidente da Associação Brasileira de Fintehcs (ABFintechs), um dos motivos desse movimento é o cenário cada vez mais competitivo no mercado nacional.

Também com dados otimistas, a World Payments divulgou um estudo recente que mostra o boom dos pagamentos digitais, impulsionado pelos setores em desenvolvimento aqui no Brasil. A pesquisa apontou que a ruptura nesse mercado acelera à medida em que surgem novas tecnologias – e as fintechs aproveitam as oportunidades para marcar presença.

Hoje, o país está na quarta posição em número de transações eletrônicas, com um volume de mais de 29 bilhões, atrás apenas da Rússia, Índia e China. O relatório prevê que a taxa anual de crescimento dos pagamentos eletrônicos por aqui seja de 12,7% até 2021, alta maior do que o período de 2015 para 2016, quando chegou ao total de 482,6 bilhões de operações registradas.  

2018-ano-fintech

Ninguém quer ficar para trás

Os grandes bancos também estão investindo cada vez mais nas tecnologias de pagamento para aumentarem o prestígio e credibilidade com os usuários e, de acordo com a associação, em cerca de quatro anos já devem ter velocidade e inovação suficiente para oferecer serviços equivalentes aos das fintechs. Além disso, a colaboração entre bancos e fintechs também é um comportamento em alta no mercado, que deve contribuir para moldar o segmento nos próximos anos.

E são inúmeros segmentos apostando na união de finanças + tecnologia. Em Florianópolis, a Nexxpago –  fintech do Grupo Nexxera-  foi responsável por criar projetos que conseguiram trazer inovações para as rede sociais, criando um sistema de pagamento de contas por mensagem, e para os clubes de futebol e seus torcedores, estruturando uma plataforma de aproximação, fidelização e melhores experiências dentro de fora do campo.

 

Daqui a pouco, não se chamará mais Fintech 

Acredita-se que as fintechs devem se mexer para continuar ganhando escala e manter o posto de pioneiras em trazer novidades para os clientes. Soeiro acredita, inclusive, que em poucos anos nem seja mais necessário o uso do termo para caracterizar essas empresas, que deverão ser vistas simplesmente como uma forma de se relacionar com os clientes.

Quem ganha com tudo isso? Sem dúvida, os clientes, que passam a contar com mais opções de produtos e serviços, para escolher aqueles que melhor atendem às suas necessidades. É hora de aproveitar o que o mercado tem a oferecer, usufruindo desta onda de inovação e de consolidação de um segmento que, até há pouco tempo, estava só em nossa imaginação.

E que venha 2019!

 

Sem categoria , , , , , 0 Comments

Deixe um comentário

Seja o Primeiro a Comentar!

Notify of
avatar

wpDiscuz