Confira quais são as carreiras e as habilidades mais valorizadas pelo mercado de TI

É inegável o crescimento do interesse pelas vagas na área de tecnologia. Basta fazer uma rápida busca nos sites que oferecem oportunidades de emprego para perceber que esta área está em alta. Até dezembro, só na Grande São Paulo, devem ser abertos cerca de 10 mil postos de trabalho em empresas que oferecem benefícios como horários livres, vales-refeição, cursos, salas de descompressão com videogame, mesa de pingue-pongue e bilhar. E este fenômeno se espalha por todo o país e no mundo. 

Businesswoman working on laptop while sitting in meeting with colleague. Business people in meeting room.

O Glassdoor, um dos sites profissionais mais respeitados no setor, publicou um relatório listando os 50 melhores empregos e, pelo menos, 20 posições são da área de tecnologia. No topo da lista aparece a carreira de engenheiro Front-End, seguida por desenvolvedor de Java, cientista de dados, gerente de Produto, engenheiro de DevOps, engenheiro de Dados e engenheiro de software.

Mais quais habilidades estes profissionais precisam ter? O que as empresas estão valorizando? As técnicas, sem dúvida. Segundo a revista Forbes, existem mais de 6,1 bilhões de smartphones em todo o mundo e é claro que essa quantidade absurda de telefones gera uma quantidade ainda maior de dados. São dezenas de aplicativos coletando informações em tempo real. Saber ler estes dados é um grande diferencial e tem se tornado extremamente estratégico para diversos setores da economia. 

O conhecimento das metodologias ágeis em diferentes tipos de negócio segue sendo importante diferencial, assim como o domínio da língua inglesa. Outro ponto importante a ser observado é o marco jurídico. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) está sendo aplicada em vários países e passará a valer a partir de agosto aqui no Brasil. Portanto, advogados também precisam saber como as empresas de tecnologia estão lidando com a privacidade de seus usuários e, claro, os profissionais de TI precisam estar capacitados para lidar com esta demanda, saber como cuidar e proteger os dados.

Mas, para além das competências técnicas específicas de cada área, estão em foco habilidades como inteligência emocional, a capacidade de liderança e de colaboração dos profissionais e ainda empatia. Afinal, as empresas não buscam apenas por bons técnicos e especialistas, mas por profissionais que tenham capacidade de se colocarem no lugar do outro, de entenderem suas dores e que, assim, possam desenvolver e liderar projetos que agreguem valor aos clientes. É preciso ainda ter boa capacidade de comunicação para conseguir argumentar e engajar suas equipes. 

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