Cortar custos em segurança da informação é tendência mundial. Mas, é uma boa ideia?

A crise econômica no Brasil continua impactando os negócios de organizações em diversos setores do mercado. O alto valor do dólar é um dos fatores que podem contribuir para a necessidade de corte de custos, principalmente para as empresas que importam produtos e serviços. Os preços ficam mais altos e para fazer com que a “conta feche”, pode ser necessário eliminar gastos importantes.

Mas, apesar de estarmos bem familiarizados com este contexto, uma projeção realizada pelo Gartner mostra que ele não é uma exclusividade do nosso país. De acordo com a consultoria, existe uma tendência global das organizações a abrirem mão da compra de produtos de segurança da informação, causada pela valorização da moeda americana. Uma vez que muitos fornecedores deste tipo de serviço são dos EUA, com o dólar alto, há mudanças significativas nos preços, devido à conversão para as moedas locais, como o real. Na Europa, por exemplo, a maior parte dos valores já subiu em até 20%.

 

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A projeção é preocupante, uma vez que, o mesmo relatório aponta que, nos últimos três anos, tem-se observado que as ameaças surgem mais rápido do que os mecanismos tradicionais que as bloqueiam. Ou seja, cada vez mais, as empresas dependem de bons sistemas de segurança da informação para proteger seus dados, principalmente em um mundo onde as ofertas de ambientes em nuvem, computação móvel e internet das coisas são mais recorrentes.

A tomada de decisões em épocas de crise econômica é delicada. É preciso levar em conta muitos aspectos que transcendem o financeiro. No caso da segurança da informação, a questão que deve ser feita é: o prejuízo que uma brecha geraria compensa o corte deste tipo de produto? A resposta é sempre a mesma. Não, nada traz de volta informações e dados perdidos e isso, você sabe: não tem preço.

 

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