Emoção: um baita diferencial competitivo

A tecnologia merece um beijo. Isso porque trouxe avanços incalculáveis em praticamente todas as esferas sociais. O médico agora, por meio de um aplicativo, consegue acompanhar o tratamento do seu paciente em tempo real. A vó coruja consegue visitar o netinho todas as noites, mesmo ele morando em outro país. Pontes e processos, tudo mais fácil.

Nesse ecossistema altamente digitalizado, é possível perceber que o futuro será baseado em uma relação íntima, cada vez mais próxima, entre pessoas e computadores. O que veremos em breve serão humanos lapidando máquinas. Máquinas sendo programadas para aprenderem por conta própria. E, por fim, máquinas trabalhando sozinhas.

Meu conselho: não tente lutar contra esse movimento. Tudo o que um computador puder fazer melhor que você, não valerá mais o esforço. E se tem algo que as máquinas ainda não transmitem é a linguagem da emoção.

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E-M-O-Ç-Ã-O. Analisada psicologicamente, é um conjunto de sensações e movimentos com origens primitivas e sociais. Freud, por exemplo, dizia que as nossas principais lembranças são representações afetivas vinculadas às experiências emocionais que vivemos. Além disso, há estudos que comprovam que as emoções são contagiantes. Basta lembrar que você certamente já se comoveu com o drama vivido por um personagem de um filme. Ou deu gargalhas ao ver um bebê risonho na internet.

O choro é coletivo. O divertimento é viral.

 

De volta ao básico: a humanização necessária das marcas

Percebo que há um esforço enorme em trazer o que há de mais moderno para os processos da empresa, e isso é muito importante. Mas muitas vezes esquecemos o básico: a ponta final é composta por gente como a gente, com sonhos e objeções. Mais do que nunca precisamos parar para entender as pessoas, não apenas os algoritmos do Google, Facebook etc. É colocar a empatia em jogo para tentar acertar o gol.

Separei abaixo alguns gatilhos estratégicos usados por empresas consideradas lovemarks, ou marcas do coração, como Netflix, Nubank, Spotify e Ponto Frio que tem engajado e emocionado muito  por aí. Confira:

 

– Entenda o contexto do seu público.

– Faça campanhas segmentadas.

– Analise os dados para ações mais assertivas.

– Experimente criações colaborativas entre marca e consumidor.

– Trate consumidores como pessoas, não como números.

– Apoie causas e seja um facilitador delas.

– Seja solicito nos momentos de crise.

Por fim, ressalto novamente que a tecnologia é uma base poderosa para tudo isso acontecer. O bom uso dela é o que faz o nosso coração bater mais forte.

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