Ferramentas para e-commerce: qual é a melhor opção para receber seus pagamentos?

A estruturação de uma loja virtual envolve diversos serviços do ecossistema online, que geralmente são realizados por empresas distintas. Ao começar pela plataforma na qual a loja será estruturada, a logística do que for comercializado, que pode ser gerenciada por um software que controle a operação da empresa, e também o serviço de entrega dos produtos, caso a loja não seja puramente de serviços. Além disso, é preciso contratar uma ferramenta para recebimento dos pagamentos online e de controle de fraude.

Os e-commerces, dependendo do porte e capital que possuem para começar o seu negócio, têm algumas opções de ferramentas para receber os pagamentos, que oferecem diversas funcionalidades para atender por completo as necessidades dos lojistas, podendo ser um gateway ou um subadquirente, conhecido também como intermediador de pagamento. Mas, afinal, qual a melhor opção para a sua loja virtual?

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Os gateways, conceitualmente falando, são produtos de negócios tecnológicos que conectam e-commerces e instituições financeiras. São plataformas pelas quais as operações de pagamentos das lojas virtuais são transacionadas. Indica-se a contratação da ferramenta para empresas com grandes volumes de vendas, pois, assim, as taxas por transação são menores.

Ao contratar um gateway, o lojista precisa fazer mais de um contrato. Além da ferramenta de pagamentos, o e-commerce geralmente também possui taxas/contratos com a adquirente (e nesses casos a loja pode negociar as taxas diretamente com a adquirente e conseguir valores mais competitivos de acordo com o volume transacionado), com a ferramenta de antifraude que é um serviço opcional, bem como o serviço de conciliação bancária também é.

Com relação à segurança dos gateways, a maioria hoje no Brasil já oferece o serviço de antifraude embutido na solução, o que ajuda a conversão de vendas e traz maior credibilidade para a loja. Caso o e-commerce contrate uma ferramenta sem antifraude, o risco da fraude é da própria loja, assim como a mesma é responsável por contratar o serviço separadamente.

Já as subadquirentes, ou intermediadoras de pagamento, são consideradas empresas de negócios financeiros, devido ao fato de receberem os recursos das instituições financeiras e repassarem para a loja virtual. Geralmente, os intermediadores de pagamento são indicados para pequenos e-commerces, pois as taxas são menores para poucos volumes de transações. Além disso, a integração com a plataforma da loja virtual costuma ser mais ágil, visto que a maioria das plataformas de mercado já possui uma lista de intermediadores parceiros.

Segundo o site EcommerceBrasil, a maioria dos subadquirentes oferece diversos meios de pagamento, desde cartão de crédito, débito online e boleto, sem necessidade de realizar convênios com bancos e operadoras de cartão. Neste caso, o lojista assina contrato apenas com a subadquirente, que faz a ponte com os demais players do ciclo de venda (aprenda a escolher o meio de pagamento aqui).

Em geral, os intermediadores controlam as fraudes e, por um lado, o ponto positivo é que assumem o risco de fraude nas compras online, por outro lado, alguns acabam aumentando o tempo de aprovação de uma transação, o que acaba trazendo uma experiência ruim para o consumidor, visto que a demora na aprovação pode fazer também com que o mesmo desista da compra.

Não existe uma regra de qual serviço é melhor para uma loja ou outra, mas entender a diferença entre cada modelo de negócio é importante para ajudar na decisão de qual ferramenta atenderá seu e-commerce da melhor maneira possível, de acordo com suas expectativas de transações, capital que será investido e a experiência que quer proporcionar ao seu consumidor.

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