Finanças pessoais: dicas para poupar de forma mais fácil

Qual o primeiro pensamento quando o assunto é finanças pessoais? Sabemos que economizar é um desafio para muita gente, principalmente para os mais jovens. Afinal, nesta fase as metas do presente estão sempre em primeiro lugar e, naturalmente, são consideradas mais importantes do que os planos para o futuro. Mas, existem formas de fazer com que o planejamento financeiro se torne uma tarefa mais leve.

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Finanças pessoais?

Para ajudar quem precisa poupar, trouxemos algumas dicas do especialista em finanças pessoais Ben Carlson, autor do livro “A Wealth of Common Sense: Why Simplicity Trumps Complexity in Any Investment Plan” (A Riqueza do Senso Comum: Porque a Simplicidade Vence a Complexidade em Qualquer Plano de Investimento – tradução livre, sem edição brasileira).

Ben Carlson é diretor de gerenciamento de ativos institucionais da Ritholtz Wealth Management. Começou a carreira com uma empresa de consultoria de investimentos institucionais desenvolvendo estratégias de portfólio e criando planos de investimento para várias fundações, doações, pensões, hospitais, companhias de seguros e indivíduos de alto patrimônio líquido. 

Além disso, em 2017, ele foi nomeado para a lista “Investment News 40 Under 40” dos principais consultores financeiros.

Dicas para poupar

É uma tarefa árdua, mas poupar pode ser mais simples do que se imagina. As dicas de Carlson são valiosas e podem ajudar para quem deseja guardar um pouco. Pensando em simplicidade, separamos três dicas [ricas, por sinal] que são imperdíveis.

Confira:

  • Em geral, os gurus das finanças pessoais dizem que você deve ter uma reserva para emergências equivalente aos gastos que você teria em um período de 3 a 6 meses. Mas esta pode ser uma tarefa difícil para as pessoas que estão começando a se planejar agora. Por isso, um primeiro passo mais simples seria guardar cerca de mil reais em uma poupança, para cobrir quaisquer despesas imprevistas;
  • Tenha um plano para o caso de receber algum dinheiro extra como bônus, reembolsos, aumentos salariais etc. Uma das maneiras que Ben sugere para lidar com esse impulso inesperado no fluxo de caixa é dividir o valor em diferentes partes: um terço do dinheiro pode ser usado agora, como uma recompensa; um terço do dinheiro deve ser direcionado para o pagamento de dívidas ou a reposição da poupança de emergência; e, por fim, um terço vai para a poupança de longo prazo ou para o plano de previdência;
  • Sempre foque na razão emocional por trás de todas as suas metas de poupança. Por exemplo, não pense em aposentaria, mas sim na liberdade financeira para fazer qualquer tipo de trabalho que você queira no futuro. Ou então não pense em reserva para emergências, mas sim em uma maneira de evitar as dívidas e os altos juros do cartão de crédito se algo der errado. E assim sucessivamente.

Depende muito de você!

Para finalizar, o autor lembra que cada pessoa tem seus objetivos específicos, que farão com que os caminhos em direção ao planejamento financeiro sejam diferentes. Durante o percurso, você irá encontrar maneiras mais eficientes de lidar com suas próprias finanças.

Há um caminho, mas também é preciso que as dicas sejam colocadas em prática. Ou seja, depende – e muito de você – para que seus objetivos sejam alcançados. Com sucesso, claro.

Gostou das dicas? Você pode ler os textos de Ben Carlon em seu blog: A Wealth of Common Sense (em inglês).

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