3 dicas para se prevenir de fraudes em boletos bancários

DEm meados de 2013, foram identificados os primeiros vírus que executavam fraudes em boletos bancários impressos a partir da web. Esse tipo de código (que recebe o nome de “bolware”) não altera boletos de um site específico, mas ataca páginas com a palavra “boleto” e que tenham uma linha digitável. A partir dela, a praga virtual altera o código do documento, modificando a conta em que o valor será depositado. O prejuízo é duplo, ou seja, quem pagou não quita sua dívida, e a empresa que deveria receber fica a ver navios.

A proporção dos golpes é tamanha que já afetou mais de 34 instituições bancárias e pode ter capturado quantias equivalentes a US$ 3,75 bilhões (R$ 8,75 bilhões) desde 2012, segundo estudo divulgado pela RSA Research, divisão de cibersegurança da multinacional EMC.

Para evitar problemas como esse no recebimento, vale a pena investir em soluções de cobrança eletrônica que emitam boletos apenas no formato pdf. Isso porque os documentos disponibilizados em páginas html são mais vulneráveis, ou seja, é fácil para os hackers alterarem os códigos de barra e aplicarem as fraudes.

Também é importante recomendar que os seus clientes tenham cuidado ao abrir essas páginas. Peça que eles:

  1. Evitem abrir os boletos com o navegador Internet Explorer, porque um dos processos usados para captura do conteúdo só funciona por este navegador;
  2. Mantenham o antivírus, os navegadores, os plugins de Java e Flash, e o sistema operacional atualizados;
  3. Chequem se o código do banco confere com o logotipo da instituição financeira. É bom tomar cuidado com códigos de barra mal gerados – geralmente eles têm espaçamentos incomuns ou falhas. Além disso, não podem ser lidos automaticamente.

Se ainda restam dúvidas sobre como evitar fraudes em boletos comente no espaço abaixo.

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