Respire fundo e conheça as inovações mais legais voltadas para condomínios

Os condomínios residenciais e comerciais estão cada vez mais modernos e, no Brasil e no mundo, não param de surgir inovações que levam mais conforto, praticidade, exclusividade e segurança para quem escolher viver em um desses lugares.

Fechaduras que reconhecem vozes

Isso já começa no acesso ao prédio, com o uso de tecnologias avançadas de reconhecimento do morador por meio de biometria ou até mesmo leitura de retina. Existem opções de apartamento que têm até dispositivo de identificação por voz sintetizada nas fechaduras. O mesmo vale para liberar a entrada em áreas compartilhadas, como garagem, academia, piscina, sauna, quadras e lavanderia.

Outra facilidade comum, especialmente os que contam com muitas casas, são aplicativos nos quais o morador pode registrar informações de automóveis, notificar períodos em que estarão viajando (para um olhar mais cuidadoso da equipe de segurança), fazer reserva de salão de festas e churrasqueira e liberar o acesso de entregadores de comidas em datas e horários pré-determinados.

 

Pagar o condomínio pelo Facebook? SIM

E não para por aí. O futuro chegou até na hora de pagar as despesas. Alguns condomínios da grande Florianópolis já oferecem aos moradores a possibilidade de quitar débitos por meio do Messenger do Facebook. O nome da ferramenta já diz ao que veio “Pague Suas Contas” e foi desenvolvida pelo Grupo Nexxera após uma série de estudos que cruzavam dados relacionados às moradias com os novos comportamentos digitais.

Indo um pouco mais longe, na Austrália, já existem espaços super high tech que têm automação para entradas de gatos e cães nos apartamentos, banheiros autolimpantes e controles de temperatura interna por tablet ou celular.

Em Chicago, existe um condomínio onde todos os apartamentos foram desenvolvidos com facilidades como controle de voz sobre luzes, janelas e temperatura integrado à assistente virtual da Amazon. O morador pode pré-determinar configurações como “cinema” e manter as luzes baixas ou “festa”, com luzes acessas e ar-condicionado ligado. Os moradores contam ainda com roteador de wi-fi sem risco de queda de frequência e câmeras para checar quem está na porta. O aluguel de um espaço por lá começa com US$ 2 mil na versão estúdio.

Exemplos como esses devem se tornar cada vez mais comuns por uma série de fatores, especialmente devido ao maior acesso e possibilidades de uso com dados pessoais para customizar experiências e com o avanço da Internet das Coisas. Assim, acredita-se também que viver em um local high tech deixará de ser um luxo, mas algo mais democrático, presente também em espaços populares para proporcionar mais comodidade e segurança às pessoas.

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